ESCOLA ESTADUAL PAULO KOBAYASHI
Curso: Ensino Médio
Disciplina: História;
Professor: idemar Noronha;
Tema: A Grande Depressão;
O NEW DEAL
No poder, Roosevelt lançou o New
Deal (Novo Acordo), um audacioso plano econômico que previa:
·
Investimento de 4 bilhões de dólares em obras
públicas – de fato, o dinheiro foi aplicado na construção de usina
hidrelétrica, hospitais, escolas,aeroportos, portos, represas;
·
Limitação da produção industrial às necessidades
reais dos consumidores essa medida pretendia elevar os preços industriais,
rebaixados pela crise;
·
Diminuição da jornada de trabalho, fixação de um
salário digno para os trabalhadores, além de seguro-desemprego e seguro velhice
para os maiores de 65 anos.
·
Com esse conjunto de medidas, houve aquecimento
da economia, foram criados milhões de novos empregos os salários recuperaram
parte do seu poder de compra, e, a partir de 1933, a renda nacional voltou a
crescer.
O FASCISMO ITALIANO
Nos anos que se seguiram
`Primeira Guerra Mundial, o cenário na Europa era desolador: destruição
material, desemprego, inflação em alta: nas cidades, viam-se também milhões de
ex-soldados – muitos mutilados e sem ocupação digna – um grande número de
mendigos;
Nesse cenário, marcado pela
falta de trabalho e de esperança, os europeus mostravam sua insatisfação social
participando de protestos e revoltas. Ou, então, abraçando idéias de políticos
e partidos que apresentava soluções rápidas, “mágicas” e autoritárias para os
problemas sociais.
Esses políticos
responsabilizavam os governos democráticos pela crise e defendiam a necessidade
de um governo forte, dirigido por um líder e um partido único, capaz de guiar
as pessoas no “rumo certo”. Essas eram algumas das principais idéias do
fascismo e do nazismo, ideologias surgidas na Europa e que logo se propagaram
por várias partes do mundo. Inclusive o Brasil.
O jornalista e político Benito Mussolini foi o idealizador e a
principal liderança do fascismo italiano, movimento que tinha como principais
características:
·
O nacionalismo extremado. Os fascistas
valorizavam a nação em oposição ao individuo. Para eles, para conter o
individualismo, era necessário uma nação forte, unida , sem luta de classe,
pois só assim a Itália reviveria as glorias do Império Romano.
·
A subordinação do individuo ao Estado.
Para os fascistas, qualquer oposição ou critica ao Estado devia ser considerada
crime e punido com rigor. Daí a máxima fascista: “tudo no Estado, nada contra o
Estado, nada fora do Estado”.
·
A
valorização da guerra. Os fascistas viam a vida como um eterno combate, e a
guerra. Como fator de progresso.
·
O ódio às
democracias e ao comunismo. Segundo os fascistas, de viam ser perseguidos e
eliminado.
·
Os
fascistas, como se vê despreza a liberdade de pensamento e de escolha.
Apesar de ter
lutado ao lado dos vencedores, a Itália saiu da Primeira Guerra Mundial com
enormes perdas materiais e humanas e, além disso, não obteve os ganhos que
esperava como recompensa por sua participação no conflito.
Aproveitando-se do orgulho
nacional ferido, políticos oportunistas começaram a dizer que os italianos
tinham sido usados e, depois, enganados pelos Aliados (ingleses e franceses).
Um desses políticos, Benito
Mussolini, fundou, em 1919, o Fasci Italiani di Combattimento. Um movimento
nacionalista extremado, antiliberal, que atuava por meio de uma organização
paramilitar dotada de esquadrões armados, liderados por ex-oficiais e
integrados por jovens ricos e por marginais.
Desde cedo, o
movimento fascista trocou o dialogo pela violência física. Com armas brancas
(porretes, facas e óleo de rícino) humilhavam intimidavam e matavam seus
adversários a socos e pontapés. O principal alvo dos fascistas eram os
socialistas, os democratas e os comunistas.
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