ESCOLA ESTADUAL PAULO KOBAYASHI
Curso: Ensino Fundamental II;
Disciplina: História; 9º A – B – C;
Professor: Idemar Noronha;
Repercussões da Grande Depressão;
Continuação;
Grandes
Proprietários de terras e empresários, assustados com o crescimento dos
socialistas e comunistas nas urnas, começaram a ver o fascismo como o único
caminho para garantir a ordem que s beneficiaria. Ao mesmo tempo, o movimento
passou a receber também a adesão de ex-combatentes, de desempregados, de
camponeses, e de marginais, entre outros. Fortalecidos, em 1921, os fascistas
fundaram um partido político: o Partido
Nacional Fascista, que, em pousos meses, já contava com 300 mil filiados,
submetidos ao comando de Benito Mussollini, o Duce.
No ano
seguinte, aproveitando-se de uma crise desencadeada por uma greve geral,
liderada por comunistas e socialistas milhares de fascistas (camisas pretas)
vindos de varias partes da Itália marcharam em direção de Roma e, lá
pressionaram o rei Vittorio Emanuelle III, exigindo maior espaço no governo.
A Marcha sobre Roma, como ficou conhecido
o episódio, foi concebida por Mussolini e teve o apoio, sobretudo, das camadas
ricas e das Forças Armadas. O rei da Itália, por sua vez, cedeu à pressão de
Mussolini e nomeou-o primeiro-ministro da Itália.
O GOVERNO MUSSOLINI
Inicialmente,
Mussolini procurou manter as aparências conservando as instituições do Estado
Liberal. Mas, em seguida, iniciou a construção de Estado totalitário criando
uma força paramilitar destinada a intimidar e a reprimir qualquer oposição ao
governo.
Alem
disso, nas eleições de 1924, os fascistas partiram para o vale-tudo: impediram
pessoas de vota, acompanharam as que iam votar até a cabine para garantir o
voto, roubaram urnas e recorreram à pancadaria. Assim, ganharam as eleições por
ampla maioria dos votos e conseguiram também a maioria no Parlamento.
Nada
parecia poder deter o avanço do fascismo.
No
entanto, dias depois um discurso empolgado, feito pelo deputado socialista
Giacomo Matteoti, forneceu provas do uso da fraude e da violência pelos
fascistas nas eleições e gerou uma reação violenta: esquadrões fascistas
raptaram e assassinaram o deputado socialista. O crime chocou o mundo. Na
Itália o movimento sofreu um duro golpe: os jornais da oposição aumentaram SUS vendas, e símbolos, fardas e imagens de
Mussolini desapareceram das ruas. O rei da Itália, no entanto, continuou
apoiando Mussolini.
Aproveitando-se disso e do medo que o crescimento dos partidos
socialistas e comunistas causava às camadas ricas, Mussolini partiu para o
ataque e, em 1926, implantou uma ditadura baixando as leis fascistíssimas;
Uma delas
dava a Mussolini poderes excepcionais, o que significava que ele só devia
satisfação de seus atos ao rei. Outra dissolvia todos os partidos, exceto o
Partido Nacional Fascista, e cassava o mandato dos deputados de oposição. Outra
reintroduzia a pena de morte. Valendo-se dessas leis, o governo de Mussolini
enviou opositores para ilhas distantes, substitui prefeitos eleitos por
funcionários nomeados e criou um policia secreta, a Ovra, para perseguir e prender
adversários. Mas, além de praticar a intimidação, os fascistas recorriam também
ao convencimento disso são os programas específicos para a juventude que
mostravam sua eficiência conseguindo arrastar para as fileiras do movimento um
grande número de jovens.
Professor você passou as mesmas coisas da continuação
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