ESCOLA
ESTADUA PAULO KOBAYASHI
Curso:
Ensino Nédio;
Disciplina
História; Primeiro ano Turmas – A – B – C – D;
Professor:
Idemar Noronha;
COLÔNIAS GREGAS
Do
século VIII até VI a.C., inúmeros gregos deixaram suas cidades e partiram para
diversas regiões do litoral do Mediterrâneo e dos mares Egeu e Negro.
Nessas
regiões, fundaram novas cidades – as colônias para povoamento -, as quais
chamavam de apoikias, palavra que pode ser traduzida por “abrir sua nova casa”
Historiadores consideram que essa expansão colonizadora parece estar relacionada,
principalmente, a questões sociais, originadas por problemas de posse da terra,
dificuldades na agricultura e aumento da população.
Para
fugir da miséria, muitos gregos migraram em busca de terras para plantar e de
melhores condições de vida, o que acabou ocasionando a fundação de novas
cidades.
Muitas colônias se transformaram em
centros comerciais, pois dispunham de portos estratégicos para as rotas de
navegação.
Assim, a colonização grega favoreceu o
desenvolvimento da navegação marítima, impulsionou o comercio e a produção artesanal
e contribuiu para o intercambio cultural dos gregos com outros povos.
GOVERNO OLIGARQUICO
ESPARTA
Localizada na península do Poloponeso, em uma região de solo apropriado
para o cultivo da vinha e da oliveira, a cidade-Estado de Esparta não teve uma
área urbana importante. Era uma cidade de caráter militarista e oligárquico.
Um dos
principais objetivos do governo de Esparta era de fazer de seus cidadãos
modelos de soldados – bem treinados fisicamente, corajosos e obedientes às leis
e às autoridades -, a fim de engajá-los nos exércitos e manter o modelo de
Estado espartano.
SOCIEDADE ESPARTANA
A
sociedade espartana dividia-se em três categorias principais: espaciatas,
periecos e hilotas.
Os espaciatas eram cidadãos
espartanos, homens livres que permaneciam à disposição do exercito ou dos
negócios públicos, podendo participar do governo da cidade. Cumpriam uma série
de deveres junto ao Estado espartano. Eram proprietários de terras nos
arredores das cidades, no entanto, “cada lote de terra (kléros) era mais uma
propriedade da família do que do individuo: era inalienável”.
Já os
periecos eram pessoas livres que se dedicavam principalmente ao comércio e ao
artesanato.
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