ESCOLA ESTADUAL PAULO KOBAYASHI
Curso: Ensino Médio;
Disciplina: Historia;
Professor: Idemar Noronha;
Turmas: - A –B – C – D;
EXPANSÃO
TERRITORIAL ROMANA
Apesar das crises internas, decorrentes
de conflitos entre patrícios e plebeus, a república romana expandiu-se seu
território por meio de conquistas militares.
A expansão romana começou com o
domínio completo da península Itálica. Posteriormente, ocorreram as Chamadas
Guerras Púnicas (264 a.C. e 146 a.C.). O nome punido deriva de puni (que
significa “fenício”), termo usado pelos romanos para se referir aos habitantes
da cidade de Cartago.
Cartago era inicialmente uma
colônia fenícia que se tornou um próspero centro comercial concorrente dos
romanos. Assim, uma das motivações das Guerras Púnicas foi a disputa pelo
controle comercial do Mediterrâneo. Após batalhas violentas, com perdas de
ambos os lados, os romanos conseguiram arrasas Cartago, em 146 a.C.
Roma eliminou a rival Cartago e
abriu caminho para dominar as regiões ocidental (Gália, Península Ibérica) e
oriental Macedônia, Grécia, Ásia Menor) do mar Mediterrâneo. Por isso, o mar
Mediterrâneo passou a ser chamado pelos romanos de mare nostrum (nosso mar).
CONSEQÜÊNCIA DAS
CONQUISTAS
No plano cultural, as conquistas
militares colocaram os romanos em contato com a cultura de outras civilizações.
Nesse sentido, deve-se destacar a grande influência cultural dos gregos sobre
os romanos. Nas palavras do poeta Horácio (65-8 a.C.), a “Grécia vencida
conquistou seu rude vencedor”.
As conquistas militares
permitiram que as riquezas retiradas das sociedades dominadas se concentrassem
em Roma. Os nobres romanos tornaram-se donos de latifúndios, cultivados por
numerosos escravos. Muitos chefes militares abandonaram o ideal do “soldado
camponês”, crescendo o interesse pela profissionalização da atividade militares
pelo desfrute da vida urbana.
No entanto, essa riqueza
não beneficiou a todos. Muitos plebeus obrigados a servir no exército romano
regressavam à península Itálica de tal modo empobrecidos que, para sobreviver,
tinham de vender quase tudo o que possuíam. Sem terras, esse camponeses plebeus
migravam para a cidade, engrossando a população de pobres e famintos.
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