ESCOLA ESTADUAL PAULO KOBAYASHI.
Curso: Ensino Médio;
Disciplina: História;
Professor: Idemar Noronha;
Turmas: 3º ano A – B;

Escalada nazista:
               Em março de 1938, a Alemanha invadiu e anexou a Áustria sem disparar um único tiro, o que comprovava a popularidade do nazismo naquele país. Encorajados, os nazistas intensificaram sua busca pelo espaço vital e exigiram os sudetos, região industrializada da Tchecoslováquia e habitada por maioria alemã.
               Pressionada, a pequena Thecoslováquia  pediu auxilio à França, que havia-se comprometido a agudá-la militarmente. Mas não foi o que aconteceu. Na hora “H”, a França preferiu aderir à política de apaziguamento defendida pelo ministro inglês Neville Chamberlain.
               Assim, a França e a Grã-Bretanha reuniram-se com a Alemanha e a Itália na Conferencia de Munique, em setembro de 1938. A Checoslováquia, a principal interessada, não foi convidada. Nessa Conferência decidiu-se que:
·         Os sudetos deviam ser entregues à Alemanha;
·         A Thecoslováquia  seria desmembrada: uma parte ficaria sob o domínio alemão e a outra seria entregue a um governo subserviente aos nazistas; meses depois, o país inteiro foi invadido pelos nazistas.

               A próxima vítima seria a Polônia. Antes disso, porém, em agosto de 1939, a Alemanha nazista assinou com a União Soviética comunista um pacto de não agressão, conhecido como pacto germano-soviético.
               Por meio desse pacto, a Alemanha se comprometia a não atacar a União Soviética por 10 anos e, em contrapartida, ficava com as mãos livre para pôr em pratica seu expansionismo, sem o perigo de ter de lutar em duas frentes (ocidental e oriental). Um anexo secreto desse acordo previa a anexação de parte da Polônia pela URSS, enquanto a Alemanha ficaria com todo o restante do país.
               E assim foi feito: em 1º, de setembro de 1939, os nazistas alemães invadiram a parte ocidental da Polônia. Dias depois, os soviéticos ocuparam a outra parte, conforme haviam combinado com os nazistas.
               Diante da invasão nazista da Polônia, a França e a Grã-Bretanha declaram guerra à Alemanha. Em 3 de setembro de 1939 tinha inicio na Europa a Segunda Guerra Mundial.
               Na frente ocidental, ou seja, na fronteira da Alemanha  com a França, a situação mantinha-se inalterada: os franceses, de um lado , entrincheirados na Linha Maginot, e os alemães, de outro, estacionados na Linha Siegfried. Essas duas linhas de fortificações interligadas eram externas e visavam a defesa contra um possível ataque do adversário. Os seis meses iniciais do conflito ficaram conhecidos como “guerra de mentira”.
               Em abril de 1940, a blitz alemã voltou à carga e, para garantir o fornecimento de minério de ferro comprado da Suécia (país neutro) através do mar Báltico, invadiu e conquistou a Dinamarca e a Noruega. Conquistado o norte, os alemães voltaram-se para o sul. Em maio, e também sem aviso, a aviação alemã começou a bombardear cidades holandesas: o alvo eram os civis, o objetivo, intimidar e conseguir a rendição incondicional.
               Os alemães conseguiram seu intento: Holanda, Bélgica e Luxemburgo, países por onde as tropas alemãs invadiram a França, renderam-se ao seu poderio. Com o caminho livre, as tropas alemãs invadiram a França e, em junho de 1940, desfilaram em Paris triunfantemente. A França, então, foi dividida: o oeste ficaram sob o domínio da Alemanha: o Sul, com a capital na cidade de Vichy, foi entregue ao Marechal pétain, militar francês que concordou em colaborar com os nazistas.
               Donos de Boa parte da Europa continental, os nazistas voltaram-se com toda força para as ilhas Britânicas. Em setembro de 1940, os aviões da Luftwaffe iniciaram os bombardeios maciços sobre os portos, povoados e cidades inglesas, inclusive Londres. Liderados por Winston Churchill, os britânicos resistiram. No ar, a Força Aérea Britânica (Royal Air Force – Raf) enfrentou a aviação alemã, a Luftwaffe, na chamada Batalha da Inglaterra. Nessa Batalha aérea, decisiva para os rumos da guerra, a liderança de Churchill, a habilidade dos pilotos britânicos e o desenvolvimento do radar conseguiram deter os nazistas e os obrigaram a adiar a invasão da Grã-Bretanha.
               Quando a tentativa de submeter os ingleses falhou, a Alemanha hitlerista voltou-se para o leste e dominou a Hungria, a Romênia. A Iogoslávia e a Grécia resistiram, mas foram invadidas e conquistadas pelos nazistas, que passaram, então a controlar toda a região dos Bálcãs. A passagem para a URSS estava livre.   
                       

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

7ºanos A, B,C,D - Inglês - Profª Marisa e Natália

4° Bimestre - Inglês - 2ª Série do Ensino Médio A, B e C - Teacher Jussara