Atividade do 3 º ano A - B de História Professor Idemar
ESCOLA
ESTADUAL PAULO KOBAYASHI
Curso:
Ensino Médio;
Disciplina
História;
Professor:
Idemar Noronha;
Turmas: 3º
ANO A – B;
O CASO CHINA
Durante sua
longa história, os chineses produziram escritas, técnicas e filosofias que
exerceram forte atração sobre outros povos. Além disso, desde há muito tempo, o
territórios e os produtos chineses, como a seda e a porcelana, atraíram os
interesses das grandes potências. No século XIX, as potências europeias, os
Estados Unidos e o Japão foram além da diplomacia: usaram a guerra e a ameaça
para obrigar a China a lhes doar parte de seus territórios e a abrir seus
portos ao comércio internacional.
DOMINAÇÃO ESTRANGEIRA
No inicio
do século XX, as potências ocidentais e o Japão passaram a controlar a economia
chinesa, enriquecendo à custa da população nativa e dos privilégios comerciais
obtidos com o emprego da força.
Além disso,
os ocidentais tentavam impor aos chineses seus valores e a sua religião (o
cristianismo).
Com o
intuito de cristianizar os chineses, os missionários alemães e norte-americanos
desqualificavam as religiões e os cultos tradicionais da China e, com isso,
aumentavam a insatisfação popular.
O governo
imperial chinês, por sua vez. Tutelado pelas potências imperialistas,
sobrecarregava a população com impostos e, com esses recursos, mantinha o luxo
da Corte Imperial e dos mandarins.
Reagindo à
dominação econômica e cultural estrangeira, os camponeses do noroeste da China
promoveram uma revolta de grande impacto social: a Revolta dos Boxers (1898-1901).
Os lideres da revolta eram membros de seitas secretas
e, no Ocidente, foram chamados de boxers 9”o que luta com os punhos”); dai o
nome da revolta.
As
autoridades da Alemanha, da Grã-Bretanha, da França, dos Estados Unidos, do
Japão e da Rússia decidiram unir forças e massacraram a revolta, impondo à
China um tratado humilhante (o Protocolo
de 1901), que reforçava a dependência chinesa em relação às potências
imperialistas.
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